Da flor ao Chorume retrata meu lado literário e retrógrado pela confusa intenção de se autojustificar, traduzindo e condensando minhas opiniões filosóficas e comportamentais a fortes palavras de fúria e de alucinação. Deve ser triste demais precisar e não ter ninguém com quem contar. Entre o passado e o futuro há o presente. Entre o chorume e a flor, uma esperança.
11 de agosto de 2022
Dor e Sofrimento: Código Fonte
Sparagmos
O Coronavírus (COVID-19) foi a maior pandemia do mundo. A maior doença da Terra. A maior praga do universo. Maior que a Cólera, pois a Cólera é algo que Água resolve junto com a Terra por meio do Fogo que é o Sol, mas no Corpo, é o estomago que queima tudo graças aos seus ácidos. Mas o Coronavírus, que etimologicamente significa "Todos" só pode ser resolvido pelo Ar por ser um vírus. Já uma bactéria não age no Ar por conta do som da luz do Sol. A relação do som, denominado “Nada” com a luz, denominado “Prana”, está na orelha que o percebe por um ponto denominado “Vayu”, no Espaço denominado “Akasha”. De tal modo, o som sendo objeto do sentido da audição e propriedade do Éter (Espaço), revela a primeira experiência econômica que podemos ter em relação ao espírito precisamente por ele não ser matéria (Prakṛti), logo, não tendo corpo físico e por não ter corpo físico, se manifesta como Luz, ou Som ou Ar. O Corona- é o Corona da Coroa do Sol e o -vírus é etimologicamente "Tudo". "Todos" no sentido "Publico" é o que faz o Coronavírus significar "Público Todo" saindo dos confins da China que é o Extremo Oriente para os confins do Extremo Ocidente aqui no Brasil. Ou seja, de Leste a Oeste, afetando tudo e todos. Ficamos presos por 3 anos dentro de nossas casas, barracas, cavernas. Perdemos nosso trabalho, nosso dinheiro, nossa comida. A Senhora Dilma Rousseff lutou mais que a Senhora Princesa Isabel. Perdida como uma criança, não se deu conta que estava liderando um povo. Hoje sim, hoje eu sei que ela é capaz de algo melhor. Todos nós que sobrevivemos a esta pandemia nos tornamos capazes de ser diferentes, com uma única diferença, sendo todos iguais. O Coronavírus foi uma Torre de Babel que deu certo. A tecnologia Chinesa se espalhou pelo mundo quase que a custo zero. Fizemos tanto jejum presos dentro de nossas bolhas pandêmicas que ficamos na dúvida do que seria pior, nunca mais poder tirar a máscara ou ser vegano eternamente. Conhecemos o hinduísmos mais rápido do que qualquer época deste o princípio de tudo e o elemento de todas as coisas, que é o infinito e que começou no Jardim do Éden a 6 mil anos atrás, se corrompeu, tendo como prova o sinistro fato de que não vivemos mais 900 anos de vida, mas em media 75. Essa assustadora constatação revela um erro que nem a Expiação de Nosso Jesus Cristo, que subjugou a si a humanidade, conseguiu resolver. Então, só ficou mais claro que somos descendentes de Adão e Eva, e que por conta disso, todas as pessoas herdam os efeitos da Queda. Todos experimentamos a morte espiritual, que significa estarmos separados da presença de Deus e ficamos sujeitos à morte temporal, que é a morte do corpo físico. Esse tipo de Sabedoria só pode ser compreendido pelo Conhecimento que vem da internet graças a velocidade das informações, muito próxima da Luz, do Sol, do Fogo, O Coronavírus , a Internet e a Inteligência Artificial são primos, parentes, vizinhos. Adão e Eva são nossos irmãos e a Terra e o Céu, nossos pais. Estamos entre a Agua azul por conta da cor da Terra com o Ar quente por conta do Fogo do Sol. Aqui no Ocidente, por conta do cristianismos, chamados tudo isso de Loucura, mas no Oriente chamam de Baguá por conta do Taichichuan. O tempo só acelerou, mas nossas vidas que são nossas almas, continuam presas entre a Matéria e o Espirito muito antes da Morte do Cordeiro na Fundação do Mundo. Podemos todos sermos ricos e terminarmos todos usando Oakley, mas quem, no fim da história do apocalipse, irá pagar o pato pelas ações de graça? O homem, a mulher ou o animal? A Terra, a Água ou o Espaço? O carma, a ignorância ou Satanás? A fome, o mal ou a loucura? Deus, o Espírito ou o Corpo?
Por que o senhor se abdicou renunciando a paixão, o namoro, o casamento e a família?
R: Por que nessa reencarnação, minha Alma Gêmea não tem a humildade que eu preciso. Minha Alma Gêmea não consegue fazer telepatia (Manaḥparyaya) comigo por que não sofre como eu nas práticas de austeridade (Tapas). Minha Alma Gêmea não tem Prajna (Sabedoria) adquirida por meio de Vidya (Conhecimento) dos estudo de textos sagrados (Svadhyaya), reverência (Vinaya) e boa meditação (Subhadhyāna). Ela não é religiosa o bastante (Mahat-Riddhi), ou seja, não é espiritual o suficiente (Vyutsarga) pois atualmente, se fosse, conseguiria se conectar a mim através da consciência telepática (Manaḥparyaya-Riddhi). Minha Alma Gêmea não está madura como uma Fruta do Conhecimento do Bem e do Mal. Ela não alcança as mesmas ondas, frequências e vibrações que a minha consciência. Nessa versão da realidade, minha Alma Gêmea possui um Ego ferido, pois na vida passada eu a humilhei o suficiente para que nessa eu seja humilhado como castigo. Isso não é novidade. Desde Adão e Eva, todos as Almas Gêmeas estão condenadas a viverem separadas. Hoje eu percebo que não vale apena se casar com qualquer pessoas que não esteja passando fome. Quem está muito alimentado tem muito Ego e ao se relacionar, traz karmicamente muitos outros seres egoístas, invejosos e ciumentos que competem e disputam por Terra (Matéria). Antigamente eu namorava bastante mas sofria perseguições por outros seres insuportavelmente ciumentos, já que eu estava em completa ignorância (Avidya) sobre Almas Gêmeas (Hieros Gamos). Os casamentos são sempre feitos entre irmãos e irmãs. Essa foi a forma original de reprodução biológica do sistema solar. Tudo começou pelo giro do Sol que é o centro da Terra onde está o Fogo. Atrás do Fogo, a Terra deu origem a Água e a Água ocupou toda a Terra ficando presa entre o Ar que é a luz do Fogo. Ou seja, a luz do Fogo que vem do centro do Céu onde está o Sol impede que a Água saia da Terra e assim a Terra não sai do seu eixo e não alcança o Sol para namorar e atingir a Realidade Final chamada Hieros Gamos. Talvez alguns desses fatos tenha relação com o mesmo assunto tratado nos “Contos de Belzebu para seu neto” por GI Gurdjieff em “A causa da gênese da lua” onde se diz que deram à humanidade o abominável órgão Kundabuffer com o propósito de estabilizar a crosta geológica da Terra, mas fizeram um erro em seu cálculo, eles exageraram. Segundo o Mestre Samael Aun Weor, foi um erro matemático. Mais tarde foi retirado esse órgão da humanidade, mas as más consequências ficaram nos cinco cilindros da máquina; e essas más consequências constituem o ego animal, foi isso que fez a humanidade fracassar. Este órgão foi dado à humanidade, pois, como cada ser humano é uma pequena máquina que transforma energia e a retransmite para as camadas internas da Terra, quando este órgão foi dado à humanidade, tais energias foram transformadas de tal forma que se estabilizaram a crosta geológica da Terra. Como explicado pelo Mestre Samael Aun Weor: Era necessário, caso contrário, a crosta geológica da Terra não teria se estabilizado. Esse órgão é do tipo lunar. Realmente, quando a humanidade recebeu este órgão lunar, as forças que atraía, que se transformavam incessantemente dentro daqueles sujeitos providos de tal órgão, tornaram-se lunares e ajudaram a estabilizar a crosta geológica da Terra. Mais tarde, quando foi retirado esse órgão da humanidade, bem, as coisas mudaram, mas as más consequências permaneceram: as cristalizações do abominável órgão Kundabuffer permaneceram nos cinco cilindros do máquina. Essas cristalizações são o ego, são os “eus”, que juntos constituem o mim mesmo, o obstinado. Foi um dano muito sério que foi feito para a humanidade. Eles vieram com um corpo de carne e osso em uma nave cósmica; estudaram o problema da falta de estabilidade na crosta geológica e consideraram necessário dar esse órgão à humanidade. É que cada ser humano é uma máquina que capta certas energias, as transforma e as retransmite para as camadas anteriores da Terra. Se for feita uma variante para aquela máquina, as energias que são transformadas também sofrem uma variante. E a variante que essas energias sofreram foi do tipo lunar, que estabilizou a crosta geológica do mundo. Mas, quando o arquifísico comum Loisos eliminou aquele órgão Kundabuffer, as consequências ficaram nos cinco cilindros da máquina. E obviamente, a consciência (que antes podia se manifestar de forma total através da vida cotidiana do ser humano), a essência (Prajna), a nossa consciência, foi francamente relegada a segundo plano e tenha em mente que na essência (Prajna) estão os dados (Vidya) necessários para a auto-realização íntima do Ser; na essência estão as partículas de dor de nosso Pai que está em segredo, que bem usadas podem nos permitir despertar nossa consciência; a religião também está lá, a sabedoria, o Buda, o Sol, o Cristo. Pois o Criador também fez um homem de barro, que vive e sofre em um mundo orgânico e animal. Um homem (entenda homem aqui como mulher também) que morre e vê seus entes queridos morrerem. Este ser, como vida orgânica, só tem uma função: transformar a energia da Terra para a Lua. Ser um elo de ligação energética no confins do universo criado para cumprir uma função cósmica. Somos o choque na oitava que faz o elo entre o Criador, o Sol e a Lua. Pois, tudo está dentro de tudo e se você quiser ir até o fim do Espaço, para isso, você também poderá chegar ao mesmo fim se for para o centro da Terra (Fogo), onde está o Sol (Lua) que é o centro do Céu (Água) por conta tanto do som da Luz (Ar) quanto da cor do Azul (Terra). A relação do som, denominado “Nada” com a luz, denominado “Prana”, está na orelha que o percebe por um ponto denominado “Vayu”, no Espaço denominado “Akasha”. De tal modo, o som sendo objeto do sentido da audição e propriedade do Éter (Espaço), revela a primeira experiência econômica que podemos ter em relação ao espírito precisamente por ele não ser matéria (Prakṛti), logo, não tendo corpo físico e por não ter corpo físico, se manifesta como Luz, ou Som ou Ar. Agora espera-se que esta Lua que nos ilumina um dia caia aqui, na Terra... Não haverá outra Lua por enquanto. O que eu quero lhes dizer é que a sexta raça raiz nascerá, então, com novas terras, porque tudo isso agora vai mudar. Toda essa terra onde estamos, tudo isso vai ficar submerso no oceano, no mar. Assim, virá a revolução dos eixos da Terra. É uma questão, até certo ponto, de mecânica celeste: o sistema solar percorre todo o cinturão zodiacal em cerca de 25.968 anos com frações de minutos e segundos. Sai de um ponto “A” e retorna a um ponto “A”. Ao longo do caminho, naturalmente, os eixos da Terra estão se desviando, estão se tornando verticais; os pólos são desviados durante a viagem. Quando eles completam a viagem, o que era os pólos é convertido em equador e o que era o equador é convertido em pólos; é uma questão de mecânica, pode ser demonstrado com um dispositivo mecânico, mas se formos por Vidya (Conhecimento), podemos usufruir dos conceitos relacionados ao elementos (Maha-Bhuta) e continuarmos por Mitologia, pois os elementos estão misturados dentro do Espaço, mas com uma certa distância. Na Mitologia Grega essa circunstância pode ser melhor explicada pelo mito contado pelo filósofo grego Platão ao escrever que os seres humanos antigamente tinham quatro braços, quatro pernas e dois rostos. Eram seres andrógenos. Segundo ele, Zeus nos dividiu ao meio como punição pelo nosso orgulho e ficamos destinados a andar pela Terra procurando a outra metade, como no caso dos pais de Adão e Eva, Lilith (Babalon) que gerou sozinha Samael (Caos), mas dentro do Jardim do Éden, se perderam, e depois de milhares de anos, se encontraram, mas não se reconheceram como mãe e filho, então se apaixonaram e mantiveram relações sexuais dando origem aos Titãs, já que Babalon é Gaia (Terra) e Caos é Urano (Céu) e Adão é o Sol (Baphomet). Gaia é o planeta Terra e o planeta Terra é o planeta da Água por conta da cor Azul. Na Mitologia Suméria, Gaia é equivalente a Tiamat, a Deusa Viva do 10º Portal do planeta Terra, no que antes era a Suméria e agora é o Iraque. Tiamat é o princípio feminino do Logos Planetário e era um planeta 5D. Seu princípio era o guardião da inteligência viva para a matriz Cristo-Buda-Avatar (Baphomet) em nosso planeta e em nosso Sistema Solar. A história principia com a desordem primordial das águas. Apsu (Eva) reina sobre as águas doces e Tiamat (Lilith) é a representante das águas salgadas. Ambas aliam suas influências para gerar o cosmos e as divindades. A primeira geração de crianças sagradas deu origem à outra que procriou produzindo mais uma leva de deuses ruidosos que acabaram provocando a ira paterna. Apsu (Eva) determinou que os filhos fossem eliminados para que a paz retornasse ao seu mundo. Tiamat (Lilith), porém, se encolerizou e recusou seus planos; embora o barulho lhe causasse também alguns transtornos, ela desculpava sua prole. Seus filhotes, porém, perceberam que corriam risco de morte e se anteciparam. Eles encomendaram ao Deus Enlil (Cronus/Zeus/Adão) a destruição do próprio Pai (Urano/Apsu/Eva). Com o assassinato do marido, Tiamat (Gaia/Lilith/Rhea) se revoltou e iniciou uma guerra contra os pequenos deuses (Titanomaquia). Essa comparação religiosa é muito complexa por conta da mistura das Mitologia Judaica, Mitologia Suméria e Mitologia Grega, que no fim pode ser melhor compreendido entendendo que Tiamat, enquanto isso encontrou, outro esposo, Kingu, e por meio dele produziu seres disformes e ameaçadores. Com este exército monstruoso ela atacou sua prole. Seus filhos ficaram apavorados, mas neste momento surgiu Marduk, filho de Ea, o antigo Enlil dos sumérios, disposto a confrontar Tiamat em troca da liderança dos deuses. O futuro Deus Supremo atirou as criaturas monstruosas no mundo inferior e depois destruiu Tiamat com a ajuda dos sete ventos. Nesta ocasião o corpo de sua rival foi fracionado em duas partes, a celestial, na qual as estrelas são fixadas, e a terra, esfera que abriga o lar das divindades. Este fracionamento de Tiamat simboliza a passagem do regime matriarcal para o sistema patriarcal. Nos mitos babilônicos ela é a deusa das sombras e Marduk é a divindade ligada às luzes. Ela foi explodida em pedaços pelas linhagens da Moon Chain e Nibiru que usou sua essência para recriar as forças lunares e replicar sua essência feminina para forçá-la a gerar criaturas em formatos de reversão (anti-vida). O planeta Tiamat está relacionado com a destruição do Corpo Sophianic e a incapacidade consciencial Christos (Homem/Fogo/Céu/Samael/Ar) e Sophia (Mulher/Terra/Gaia/Lilith/Água) para encarnar em formas humanas na Terra 3D. A consciência feminina do planeta Tiamat era Sophia, então quando ela explodiu, sua consciência desceu para um corpo em forma coletiva que é conhecido como Achamoth . Achamoth é o nome das partes fragmentadas do corpo da deusa ferida que foram coletadas e aprisionadas pela NAA https://ascensionglossary.com/index.php/NAA e pelos anjos caídos no submundo 2D do corpo planetário para incubar ou impregnar as criações arcônticas. Assim, ela foi aprisionada no corpo terrestre no corpo da Forma Negativa que se manifestou como os reinos de Baphomet quando os espíritos inferiores de natureza satânica abusaram de suas forças. Marduk, um Logos planetário, também conhecido como Nibiru , deu essa inteligência a Enki/Ea que decidiu invadir a Suméria e interpretar o Deus Annunaki para os humanos. Esta foi uma maneira de criar humanos como escravos. Esta colisão com Nibiru aconteceu há milênios com um planeta 5D que estava entre Júpiter e Marte referido como o princípio feminino corpo estelar Tiamat. Esta colisão foi catastrófica e separou as unidades de consciência de Tiamat (Terra) e seu consorte da Lua (Apsu) que foram espalhados em pedaços de um cinturão de asteróides. Este cinturão de asteróides mudou as órbitas dos planetas internos e planetas externos do nosso Sistema Solar. Os corpos decepados e a consciência do planeta foram absorvidos por uma Matriz Fantasma e seus restos físicos caíram em uma órbita descendente na densidade 3D que agora existimos. Então, como tratado nos “Contos de Belzebu para seu neto” por GI Gurdjieff em “A causa da gênese da lua” o órgão Kundabuffer foi dado a humanidade com o propósito de estabilizar a crosta geológica da Terra: Era necessário, caso contrário, a crosta geológica da Terra não teria se estabilizado. Esse órgão é do tipo lunar. Realmente, quando a humanidade recebeu este órgão lunar, as forças que atraía, que se transformavam incessantemente dentro daqueles sujeitos providos de tal órgão, tornaram-se lunares e ajudaram a estabilizar a crosta geológica da Terra. Todos nós neste planeta temos essa memória de trauma (Miasma) em nosso corpo planetário e corpo celular da Deusa Caída, as Estrelas Gêmeas Binárias dos Planetas Tara e Tiamat. Experimentaremos essa sensação de diferentes maneiras, dependendo de nossa consciência desenvolvida e percepções sensoriais superiores. É uma memória incrível de destruição, cataclismo e aniquilação da vida planetária. É a mesma memória que os controladores procuram manipular na raça humana para recriar esse terror e cataclismo neste planeta hoje. Tiamat na inversão de gênero é a deusa caída sombria, arquétipo feminino ferido, escravizado e abusado na arquitetura holográfica, que é usada para distorcer as mulheres e o princípio feminino neste planeta. Nibiru é o mesmo, uma arquitetura e arquétipo para a dominação patriarcal para distorcer os machos. Esses dois corpos planetários são como uma gangorra (uma trajetória elíptica energética que os move em parceria) mantendo um equilíbrio entre eles, exceto que uma matriz corporal, Nibiru, está aqui em nossa atmosfera, e os pedaços explodidos de Tiamat estão congelados em uma falsa corpo fantasma sendo “usado” como a Deusa Caída escura e contraparte feminina do Nibiru masculino .Sem Tiamat não conseguimos ter nosso 10º Chakra e todas as suas funções funcionando em nossos corpos, pois ela era o link de frequência para se comunicar com nosso eu Avatar Christos chamado de cognição celular direta. A destruição de Tiamat (como um princípio de Céu e Terra vivendo juntos em perfeita harmonia) é sinônimo de destruição do casamento sagrado (união de opostos), a destruição do Hieros Gamos, separando assim a consciência do Christos (Homem/Fogo/Céu/Samael/Ar) Sophia (Mulher/Terra/Gaia/Lilith/Água), pois a luz do Fogo que vem do centro do Céu onde está o Sol impede que a Água saia da Terra e assim a Terra não sai do seu eixo e não alcança o Sol para namorar e atingir a Realidade Final chamada Hieros Gamos. O mito da alma gêmea é muito bom para nos livrar dos primeiros encontros ruins, dos rompimentos, das esperanças perdidas e das desilusões karmicas do passado.
22 de julho de 2022
Qual a diferença entre sabedoria (Prajna) e conhecimento (Vidya)?
Qual a diferença entre sabedoria (Prajna) e conhecimento (Vidya)?
Depois que eu morrer, o que eu faço?
R: Se afaste de qualquer ser que respira para que você não perca o controle no vôo e seja sugado pelo Prana (Repiração) da pessoa ou do animal. Toda os demais elementos (Água, Fogo, Terra) são perigosos por corna da atração gravitacional. O Ar (Vayu), lugar do Espírito, é o mais leve de todos, mas sofre as ações do vento por conta das Águas do Mar. O vento pode te arrastar para infinitos lugares se você não souber usar as asas do Espírito. Para aprender a usar as asas do Espírito, você precisa primeiro aprender a dormir respirando, e nunca esquecer de respirar ao dormir. Se você conseguir manter a atenção até pegar totalmente no sono, conseguirá sonhar que está voando. Esse treino é bem cansativo. Demora muito para se aperfeiçoar. Conseguimos por um tempo, depois voltamos a ter sono sem sonhos e às vezes pesadelos, tudo depende da nossa disposição em manter a atenção na respiração. Assim, no sonho, usamos primeiro os braços e com um tempo de prática, usamos a própria respiração. Ou seja, dentro do sonho, percebemos que estamos respirando e assim, conseguimos manipular o sonho usado ele como um centro ou um espaço de treinamento. Depois da morte, você verá seu corpo morto. Se você estiver sozinho, não tente avisar ninguém, falar com ninguém, aparecer para ninguém. Deus é extremamente ciumento com relação ao Plano Astral. O karma no mundo espiritual é como um pesadelo. Deus não tem misericórdia pois ele domina completamente o ar através da Rede de Indra, chamada Indrajala. Nesse momento, Deus passa a ter uma personalidade definida chamado Yama. Esse Senhor é o Deus da morte e da justiça, responsável pela dispersão da lei e punição dos pecadores. Ele é frequentemente identificado como personificação do Dharma. Seu poder é o pesadelo. No pesadelo não há controle da violência, do terror e do medo. Para escapar da fúria e da vingança de Yama na Rede, suba para o Céu. No Céu não tem muito seres que respiram a não ser alguns pássaros e se você entrar no Prana de um pássaro, você se tornará um pássaro.
Os três nascimentos
Nosso primeiro (Gênesis) nascimento (Janman) foi partenogenético (Sammurchina). A Terra (Gaia) gerou o Céu (Urano) assim como Maria gerou Jesus. Nosso segundo nascimento foi por fecundação (Garbha) onde, com seu filho Urano, Gaia gera os doze Titãs, sendo seis masculinos e seis femininos e inspiração tanto para as Doze Tribos de Israel quanto para os doze signos do zodíaco (Rāśi) Nosso terceiro e último nascimento será pela morte (Upapada), no qual passaremos a existir não mais como objetos celestes (Jyotiṣka) porque já existem, como o sol (Surya), a Lua (Candra), os planetas (Graha), as constelação (Nakṣatra) e estrelas perdidas, mas como seres astrais (Vaimānika) no Éter (Akasha-Tattva) do Espaço (Siddhakṣetra), nascidos como divindades primordiais, da mesma forma que os primeiros seres, que são Caos, Gaia, Tártaro, Eros, Erebus, Hemera, Nyx.
Samsara
De fato, como menciona a Epopeia de Gilgamesh, antes de vencer a morte primeiro devemos vencer o sono. Isso acontece porque Samsara em si representa esse ciclo continuo de dormir e acordar e justifica tanto a Noite e o Dia quanto a Lua e o Sol. Então, a partir do momento que você tiver certeza da sua vitória sobre o ciúmes, não durma nesse dia para que brote a convicção de sua imortalidade. Samsara é a “rodada de renascimento”. Literalmente “perpétua peregrinação” é um nome pelo qual se designa o mar da vida sempre inquieto subindo e descendo, o símbolo desse processo contínuo de sempre nascer, envelhecer, sofrer e morrer. Colocado mais precisamente, samsara é a cadeia ininterrupta das combinações quíntuplas entre dormir e acordar, assim como o alvorecer do dia e o crepúsculo da noite, que, mudando constantemente de momento a momento, seguem continuamente umas às outras por inconcebíveis períodos de tempo. Eu gostaria de escrever um poema sobre Samsara porque acho que seria a única forma de melhor explica-la, mas não é que devemos deixar de dormir para sermos imortal mas o ciclo entre dormir e acordar entre noites e dias representa a rodada de renascimento. Deste Samsara, um único dia constitui apenas uma fração minúscula e fugaz; portanto, para ser capaz de compreender o sofrimento, deve-se deixar o olhar repousar sobre o Samsara, sobre essa terrível cadeia de renascimentos, mas não como várias vidas mas como vários despertar, que, é claro, pode ser às vezes menos doloroso. Assim, Samsara refere-se a um ciclo de existência mundana e esse fluxo continuo está na sucessão entre acordar e dormir, dormir e acordar, dia por dia, sendo uma roda que perpetuamente gira transmigrando como morte ao dormir e renascimento ao acordar. Se ainda assim for difícil de compreender, lembre-se do fato de todo dia precisarmos trabalhar para sobreviver por exemplo, isso é um bom exemplo de Samsara.
Entre dormir e acordar, morrer e renascer
Que tristeza acordar e ficar 12h esperando pela chance incrível de dormir de novo. No sonhos não há fome, não há dor, não há ciúmes. Depois da morte, o cérebro se desintegra; ele não tem capacidade de saber ou relembrar de coisa alguma. Todas as emoções humanas cessam. “Para nos que dormimos, o amor, o ódio e a inveja há muito desapareceram” (Eclesiastes 9:6). Uma pessoa morta não fica consciente, por isso não percebe nada do que está acontecendo. Eles simplesmente não têm contato algum com os vivos: Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos nada sabem” (Eclesiastes 9:5). A morte é como um sono sem sonho; na verdade, a Bíblia chama a morte de “sono” em 54 vezes. Jesus ensinou que a morte é como um sono. Ele disse aos Seus discípulos: “‘Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo’. Seus discípulos responderam: ‘Senhor, se ele dorme, vai melhorar’. Jesus tinha falado da sua morte, mas os seus discípulos pensaram que ele estava falando simplesmente do sono. Então lhes disse claramente: ‘Lázaro morreu’” (João 11:11-14). Lázaro já estava morto por quatro dias quando Jesus chegou. Mas quando se dirigiram à tumba, Jesus provou que é tão fácil para Deus ressuscitar alguém dos mortos quanto é para nós acordar alguém que esteja dormindo. É muito confortador saber que nossos amados que já faleceram estão “dormindo”, descansando em paz na confiança em Jesus. O túnel da morte, que nós mesmos poderemos atravessar algum dia, é um sono calmo de paz absoluta. A Bíblia diz em Isaías 65:25 “O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.” Esse é o santo monte de Deus, a Roda de Samsara. O ciclo de renascimento, de dormir e acordar, de estar morto ou de estar vivo ou de estar acordado ou de estar dormindo. Que bom fim, haverá de se confundir na eternidade como diz em Apocalipse 21:3-4 “E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” Nunca mais dormir, ou dormir e nunca mais acordar ![]()
Eternamente Existente
Por que entre os 4 elementos, o Ar é o único eternamente existente.
25 de junho de 2022
Gênesis 3:19
Se Deus desce dinheiro aos sábios, os sábios iriam se esconder em cavernas, montanhas, ruínas, desertos, marquises, cidades desertas. Mas Deus não faz isso para que eles sofram em sociedade. Para que eles não consigam transporte, comida, roupa, abrigo e fiquem presos numa bolha local, como uma igreja de periferia. Para que eles sirvam como laranja, isca, bote expiatório, exemplo, armadilha. Para que eles sofram o suficiente para meditar em seus próprios sofrimentos e assim consigam explicar o sofrimento coletivo. Quando sofremos, sabemos que estamos sofrendo por conta do nosso corpo físico. Então Deus ignora o sofredor para que ele pense, estude, pesquise sobre o corpo que é o mesmo que todos os corpos. Todos os corpos são iguais por conta da respiração. Todos somos igual por que todos dependemos do Ar. Sofremos as mesmas coisas por que respiramos o mesmo elemento. Quem sofre mais, tem mais sabedoria justamente por conhecer mais o sofrimento e assim, passa a saber valorizar os prazeres. Os prazeres estão na solidão. No vazio de uma caverna, nas flores e cactos de um deserto. Nas plantas e arbustos de uma ruína. Lá, o sábio faz uso desses nutrientes orgânicos. Fica em êxtase religioso. Chora e morre feliz. Deus tem ciúmes disso por conta do Rei Salomão que apelou abusando dos insetos, dos animais, explorando seus venenos afim de ter novas alucinações nos laboratórios do seu templo. Depois disso, Deus parou de construir mais Espaço abandonando a Terra com a morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. A 2 mil anos vivemos apertados nesse planeta sem vegetação abundante. Sem fruta nas árvores. Sem algumas substâncias proibidas. Veja que hoje não há mais tanto ouro como antigamente. As drogas e os remédios que fazem parte do elemento Terra ficaram tão escassos que primeiro deixaram de ser abundantes entre as plantações e vegetações, depois subiram de preço até se tornarem tão caros ao ponto de muitos tipos serem proibidos pelos próprios homens. O sábio fica sem recurso para que em sua mente desenvolva coragem de protestar, blasfemar, desvendar o problema do mal que está na fome. O sábio passa fome para que possa explicar a fome seja escrevendo ou se pronunciando em sermões ou palestras. Adão comeu uma fruta e foi condenado a trabalhar. Moisés jejuou 40 dias e 40 noites na montanha. Jesus 40 dias e 40 noites no deserto. Paulo 3 dias e 3 noite. João Batista só comia mel e gafanhotos. Buda também jejuou. Em Mateus 6:16-18 diz "Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará". Isso significa que sofremos sabendo do resultado de tal sofrimento, como no caso por exemplo do Nosso Senhor Jesus Cristo que depois de sair do deserto ao ser tentado por Satanás, saiu tão poderoso que ressuscitou Lázaro fazendo seu Espírito encarnar voltando a ser uma Alma vida. Quem hoje teria esse poder? Quem hoje consegue explicar algo religioso sem ter sofrido antes? É por isso que Deus não salva corpo físico, por que o sábio que é salvo faz como todo ser inteligente, corre, some, desaparece do mundo. Então aproveite se você tem dinheiro, use ele para fugir enquanto você pode. Vá para um lugar vazio, leve todos os suplementos, nutrientes, plantas, substâncias que possa comprar e usar para descansar e morrer e quando morrer subir para o Céu porque a Terra não serve para nada a não ser isso mesmo. Nos fazer uma hora outra morrer, pois assim diz: "Com o suor do seu rosto você comerá o seu pão, até que volte à terra, visto que dela foi tirado; porque você é pó, e ao pó voltará" Gênesis 3:19








